Medicina Integrativa
Cada vez mais pessoas escolhem a Medicina Integrativa quando estão doentes. A razão para esta mudança tem duas causas: a preocupação sobre os possíveis efeitos secundários dos medicamentos e o alerta crescente para viver uma vida saudável, com todos os seus benefícios.
O que é que o termo “Medicina Integrativa” quer dizer?
Medicina Integrativa é tratar o corpo como um sistema global, holístico, ou seja, tratar a mente, o corpo e o espírito.
A Medicina Integrativa ajuda o corpo a curar-se a ele próprio através da ativação dos seus próprios mecanismos de defesa.
Este conceito de Medicina Integrativa é também encontrado no homotoxicologia e homeopatia.
Qual a comparação entre a medicina “ocidental clássica” e a medicina integrativa?
Tirando o facto de que ambas são praticadas por médicos, licenciados em faculdades de medicina públicas, não se pode comparar duas coisas que são incomparáveis; isto porque, “a medicina convencional visa tratar, através de reações químicas, uso de medicamentos que atuam sobre um único receptor (como uma chave que é inserida numa fechadura) e eliminar um determinado sintoma”.
Pelo contrário a medicina integrativa atua por princípios energéticos biofísicos, para produzir reações biológicas de cura no próprio organismo do doente e restabelecer o equilíbrio homeostático interno; A sua ação pode comparar-se á do sol, que não induz nenhuma reação química, mas cujos efeitos são apreciáveis (o corpo recebe uma energia da radiação solar que leva à ativação dos melanócitos da pele, fazendo com que estes fabriquem melanina, protegendo a pele dos raios UV).  
Medicina Anti-Envelhecimento
Brevemente.
Medicina Bioenergética / Sintergética
Os sistemas R.A.M.
Baseados na concepção do campo M (mórfico) de Rupert Sheldrake, a teoria dos biocircuitos e as bio-ressonâncias, os sistemas R.A.M. (sigla para ressonadores de arquétipos mórficos), formam parte duma nova proposta clinica para a prática da bio-ressonância, desde a perspectiva duma combinação dos princípios da ressonância mórfica e as teorias dos bio-circuitos e a terapia com as próprias oscilações.
Partindo das investigações iniciais com as equipas de bio-ressonância fundamentados na transferência, processamento de sinais electromagnéticos desde e para fora do organismo, a nossa investigação clínica com bio-ressonadores incluía inicialmente a utilização do princípio da reflexão e da inversão de padrões de ondas através de espelhos e fibra ótica. A utilização de bio-circuitos metálicos convencionais, e o estudo de transferência da informação biológica através de diferentes tipos de condutores, incluindo os orgânicos. O maior significado de estes trabalhos clínicos, confluem em uma série de tecnologias apropriadas para a prática das bio-ressonâncias em Sintergética, os sistemas RAM cujo princípio é uma forma de ressonância não energética, que recolhe e transfere imagens ou padrões complexos entre as diferentes somatotopias e  sistema nervoso central, restabelecendo a comunicação entre os diferentes sub-sistemas do sistema de informação biológico. Os RAM supõem a presença no organismo de sistemas de condução de informação diferentes aos classicamente reconhecidos, e a presença de novas representações funcionais a nível do sistema nervoso, que se consideram nos seminários de Sintergética.
O sitema RAM desencadeia uma cascata de intercâmbios de padrões complexos de informação, que ao restabelecer a comunicação entre os diferentes sub-sistemas do sistema energético vital, permite que se instaurem processos de auto reconhecimento, auto adaptação e auto transformação. Estes favorecem o restabelecimento da integridade, ao permitir que nas partes afetadas se restabeleça a informação na totalidade, a qual constitui condição essencial para uma saúde concebida como integridade harmónica.
As instruções para o seu uso clínico estão reservadas aos profissionais da saúde adequadamente treinados na prática da Sintergética.
A combinação de bio-circuitos tipo RAM permite ao restabelecimento de circuitos integrados de condução de informação e a eliminação da transferência do ruído, e o aumento nos níveis de auto reconhecimento por retroalimentação e reflexão.
Produto de mais de vinte anos de investigações clínicas em torno de terapias com as próprias oscilações, os sistemas RAM incluem os RTX-RAM para reflexoterapia, destinados á integração terapêutica das somatotopias de palmas e plantas, com as somatotopias trigeminais e do sistema nervoso central. Os sistemas CER-RAM propõem um bio-circuito básico, cujos terminais são constituídos por quatro ressonadores que integram a energia reticular. A combinação de ambos sistemas é, na atualidade, a ferramenta básica para a prática clínica da Sintergética, e a sua utilização, mesmo que não se encontre nenhum tipo de contra indicação, está reservada a terapeutas adequadamente treinados. Sua função básica é preparar o terreno para a prática das diferentes medicinas vibracionais, induzindo a um relaxamento, diminuindo o nível de ruído, melhorando os processos de comunicação tissular e servindo como canal para a transferência seletiva de informações terapêuticas. Além disso, permite a preparação de isonosodes vibracionais seletiva.
Medicina Integrada e Excercício Físico
Trata-se por um lado de uma aposta na saúde e no bem-estar através de comportamentos preventivos. Por outro lado, é uma forma de tratamento complementar.
A Medicina Integrada estuda o indivíduo a partir duma perspectiva global, sem se separar da medicina ocidental. Mas, a sua base científica estabelece-se no sistema imunitário. Isto é, a Medicina Integrada, trata o corpo humano como um todo, tendo em conta a relação entre todos os órgãos e as diferentes zonas do organismo.
Esta visão integrada do estudo e tratamento do indivíduo está relacionada com o estado energético, emocional e físico.
A Organização Mundial de Saúde define saúde um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades (OMS, 1948)
A Medicina Integrada tem duas vertentes: a prevenção e o tratamento das doenças.
Sabendo da forte relação positiva entre a atividade física e saúde, o exercício físico deve ser vislumbrado como um “tratamento” menos invasivo, que terá um papel fundamental em quase todas as doenças crónicas, numa fase inicial.
Apesar de existirem alguns riscos associados à atividade física, estes são facilmente ultrapassados com o aconselhamento adequado e credenciado, de forma a que a aproximação escolhida permita que os riscos sejam claramente suplantados pelos benefícios.
Desta forma, e reforçando a importante relação entre saúde e atividade física, é necessária uma grande cumplicidade entre as duas, de forma a intercalar conhecimentos, tratamentos e resultados. (Sallis et al, 2014)
Neste sentido, e seguindo a visão integrativa deste centro, é chegado o tempo em que os sistemas de saúde tomam um papel ativo na promoção da atividade física, não só como impulsionadora de bem-estar, mas também como uma importante forma de prevenir doenças.
Ao associarmos o exercício físico com a re-educação dos hábitos dos doentes e eliminar tudo aquilo que possa alterar o equilíbrio interno do organismo (alimentos e substâncias alérgicas, metais pesados, fontes de desequilíbrio electromagnético ou problemas odontológicos) temos uma potenciação dos tratamentos que possam vir a ser necessários para as diferentes patologias identificadas, como também da sensação de bem-estar.
Em suma, a Medicina Integrada, associada ao exercício físico, procura manter em perfeito estado as funções vitais do indivíduo, bem como contribuir para uma melhor sensação de bem-estar físico e mental.
É, por isto, a melhor maneira de se manter saudável, duma maneira holística, global e o mais bio-compatível possível.
Temos uma equipa de profissionais de saúde, médicos e profissionais do desporto especializados (ver CV) para o ORIENTAR.
Medicina Ortomolecular
Brevemente.
Medicina Tradicional Chinesa
Baseia-se numa serie de intervenções dirigidas à recuperação do equilíbrio do ser humano. A “doença” é, na medicina tradicional chinesa, uma questão de desarmonia ou desequilíbrio. Esta medicina tradicional apoia-se no conceito tauista do equilíbrio entre os 5 elementos (terra, madeira, fogo, água e metal) e também nos conceitos do budismo.
Cinco axiomas tauistas constituem a sua base:
1. Existem leis naturais que governam o Universo, incluindo os seres humanos
2. A ordem natural do Universo é, de forma inata, harmoniosa e bem organizada.
3. O Universo é dinâmico, e a mudança é a sua única constante. O estancamento está em oposição à lei do Universo e produz o que a “medicina ocidental” denomina de doença.
4. Todos os elementos vivos estão ligados e são independentes
5. Os seres humanos estão intimamente relacionados com o seu meio e são afetados por todas ações que acontecem nele.
Esta medicina é usada no tratamento de doenças crónicas, tem em conta os aspectos pessoais (é holística – favorece não só a saúde  física mas também a mental, emocional e espiritual), trata a causa original/básica da doença, para além dos sintomas manifestados.
Yin e Yang: São dois princípios separados mas complementares que descrevem o Universo e o corpo. Estes dois princípios estão em constante interação, opondo-se ou influenciando-se entre si.
Nada é completamente yin ou yang mas uma combinação de ambos.
Na temperatura yin é frio e yang é quente, no género yin é feminino e yang é masculino, na atividade yin é passivo e yang é ativo, etc.
O Qi (ou Chi) é a energia vital fundamental do Universo. Encontra-se no ambiente no ar, na água nos alimentos e na luz do sol. No corpo é a força vital que cria e anima a vida. O nível e quantidade do qi de uma pessoa depende também do estado de equilíbrio físico, mental e emocional. O qi viaja ao longo do corpo através de canais denominados de meridianos.
Maternidade Integrativa
Brevemente.
Pediatria
Texto brevemente disponível.
Pediatria Integrativa
Temos vindo a assistir a um aumento acelerado e preocupante, muitas vezes incompreendido de diversas patologias em idade pediátrica.
Se por um lado, o avanço da medicina convencional tem sido notável, por outro lado a sua visão e abordagem parece dar algumas respostas ineficientes face a esta realidade.
Com a Pediatria Integrativa, pretende-se perceber e abordar cada criança, com base estritamente científica, mas não estritamente “convencional”.
Queremos compreender não só a doença, como o paciente e os seus cuidadores.
Acreditamos que o sucesso, quer da prevenção, quer do diagnóstico e tratamento implica uma visão alargada e personalizada (holística) de cada bebé, criança ou adolescente.
Pretendemos conjugar e integrar todos os fatores preponderantes para a saúde e cura de cada criança, na medida em que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a saúde é o bem-estar físico, psíquico e social.
Assim, são objetivos da Pediatria Integrativa por um lado, promover e readquirir a bio-regulação imunologica de cada bebé, criança ou adolescente, por outro lado, criar uma base para a prevenção e tratamento precoce, eficaz e não danosa para o corpo humano.